LATOEX cria e-Residency na Estônia: Diego Perez fala da experiência inovadora

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A LATOEX, plataforma de negociação de Tokens, deu um passo inovador, a criação da residência virtual (e-Residency) na Estônia. A escolha se deu sobretudo pelo país ser um ambiente favorável na questão regulatória para manuseio de criptoativos.

O objetivo da LATOEX é a manutenção de um ambiente em que investidores possam adquirir tokens que representam artigos financeiros, sejam na sua missão inicial ou em uma negociação secundária, tokens que são lastreáveis em artigos financeiros reais.

O Brasil é conhecido por oferecer papéis de renda fixa e de alta rentabilidade perto de outros mercados. O sócio da LATOEX Diego Perez cita o caso do Japão, que tem taxa negativa de juros, deflação e se a pessoa deixa dinheiro no banco, perderá dinheiro. “Eles não tem um sistema financeiro tão sofisticado quando o brasileiro, lá ainda circula bastante moeda em papel e aí buscamos criar um plataforma para que investidores desses locais podem ter acesso aos papéis de renda fixa que são emitidos aqui no Brasil como CDB, letras do tesouro, CRI, CRA e notas conversíveis, incetivadas. A plataforma inicialmente surgiu para criar esses ambiente”.

Segundo Perez, a escolha pela Estônia, se deu pela questão de facilidade, pois ele e o sócio já tinham o cartão de residência virtual, e também pelo o ambiente que favorecia a criptoeconomia.

“Estudando mais um pouco o país na questão legislativa, verificamos que eles são super friendly na questão regulatória para manuseio de criptoativos. […] Eles criaram algumas definições de o que é bitcoin, o que é criptomoeda, venda e compra desse ativo e com base nisso eles acabaram entrando na vã guarda legislativa nesse sentido, criaram regulamentos específicos. “

Diego Perez relembra a lei de combate à lavagem de dinheiro, que já reconhece o criptoativo como um bem que pode ser negociado, mas tem que ser supervisionado. A Estônia detém de um ambiente bem burocratizado, que favorece a criptoeconomia.

Segundo Diego, o processo de tirar a cidadania virtual foi bem simples. Foi realizado um cadastro com informações pessoais básicas, e depois a retirada pessoal do documento, pois é necessário se apresentar a uma autoridade estoniana para que ela possa te identificar. “Dependendo do negócio que você irá montar na Estônia com esse cartão, você nem precisa ir fisicamente para à Estônia. Nos casos de MEI, por exemplo, você consegue abrir remotamente e não não precisa ir ao país.”

 

Benefícios da e-residency

Com o certificado é possível acessar serviço estatais disponíveis no governo da Estônia: questões de produto, CNPJ e diversos serviços. Segundo o sócio da LATOEX, para alguns serviços é necessário contratar um intermediário, um parceiro, e é cobrada uma taxa para ter o endereço virtual na Estônia anualmente.

Ressalta, que o processo é rápido, no caso da LATOEX o pedido foi realizado em um dia e já no outro, a empresa estava funcionando. ” Isso é uma vantagem enorme para você manusear esse tipo de negócio aproveitando da facilidade burocrática que o governo da Estônia oferece”.

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