PB: além de sessões e audiências, videoconferência vem sendo utilizada para atendimento aos advogados

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O trabalho remoto foi decretado em todo o Judiciário estadual no dia 18 de março deste ano, quando foram suspensas as atividades presenciais em razão da pandemia do coronavírus/ Covid – 19. Desde então, magistrados e servidores têm apreciado processos por meio do teletrabalho e adaptado algumas atividades a uma nova rotina para cumprir as recomendações feitas pela Presidência do TJPB e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Entre as novas modalidades experimentadas, está o atendimento aos advogados por meio da videoconferência, prática que vem sendo realizada pelo juiz José Ferreira Ramos Júnior.

O magistrado, que é um dos membros titulares da 2ª Turma Recursal da Capital e está convocado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba para substituir a desembargadora Maria das Graças Morais Guedes desde o mês de fevereiro deste ano, disse que encontrou na medida uma forma mais eficiente e mais próxima de atendimento.

“Com a chegada da pandemia e a decisão da Presidência de realizar os trabalhos do gabinete remotamente, os advogados, que normalmente compareciam ao gabinete para apresentar memoriais, ficaram sem acesso. Comecei, então, a receber vários telefonemas de advogados, através do telefone funcional do TJPB, mas percebi que a comunicação por telefone não permitia um atendimento à altura. Entendo que o contato visual é mais intuitivo. Desde então, já atendi cerca de 12 advogados, no que eu chamo de “videogabinete”, contou o juiz.

Ferreira Júnior explicou que os atendimentos estão sendo feitos por videoconferência através de chamadas de vídeo e pelo aplicativo ZOOM, mediante prévio agendamento realizado pelo WhatsApp.

“Nesses contatos, escuto atentamente o que nomeei de “Videomemoriais” e faço as anotações que achar pertinentes, obviamente, sem emitir nenhuma consideração. Um detalhe importante é que esses registros são gravados para o meu controle”, salientou o juiz.

Desde as primeiras publicações dos Atos Conjuntos assinados entre o TJPB, o Ministério Público e a Defensoria Pública do Estado, os gestores das instituições vêm recomendando o uso das videoconferências e das ferramentas tecnológicas disponíveis para execução de seus trabalhos remotos, de forma eficaz.

Fonte: TJPB

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