(Novo unicórnio Brasileiro) Cloudwalk: “Em dez anos, vamos ter uma empresa de US$ 100 bilhões”

Luis Silva, fundador e CEO da CloudWalk (Foto: Divulgação)

“Para quem saiu do zero, virar unicórnio é inacreditável.” Luís Silva não esconde a satisfação com o novo status da Cloudwalk, fintech de meios de pagamento que alcançou o status de unicórnio – empresa avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão – na última quarta-feira.

“Muitos empreendedores dizem que o título não representa nada”, diz Silva, falando à Época NEGÓCIOS por vídeo, direto da Califórnia, onde dá os primeiros passos para a internacionalização da companhia.

“Mas, para nós, foi um marco. Essa valuation mostra que os clientes estão acreditando no nosso trabalho – foi o crescimento rápido da receita que atraiu os investidores. Além disso, é um selo de qualidade, que nos dá mais combustível ainda para criar soluções novas.”

Segundo o fundador, o segredo da Cloudwalk está em usar “muita tecnologia” para melhorar a vida dos clientes – pequenas e grandes empresas em busca de soluções de pagamento mais vantajosas. “É a tecnologia que nos permite praticar taxas mais baixas e prazos mais curtos”, afirma.

Em até dez anos, diz Silva, a empresa “alcançará um valor de mercado de US$ 100 bilhões. Queremos construir uma rede global de pagamentos, começando por Estados Unidos e Europa, e depois expandindo para outras regiões”, diz.

Em entrevista ao NegNews, Luís Silva falou ainda sobre como a empresa está usando o blockchain para criar um sistema de cashback e premiar consumidores com moedas virtuais.

Texto original de MARISA ADÁN GIL, MARIA CAROLINA ABE E CLAYTON RODRIGUES, publicado pela Época Negocios

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